Close Menu
Futura FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Futura FM domingo, 2 agosto
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Acidente entre moto e carro deixa motociclista morto na BR-242, em Peixe

    agosto 2, 2026

    Idosa de 91 anos é resgatada após ser encontrada em extrema vulnerabilidade e filha é presa por desacato

    agosto 2, 2026

    Policial civil leva facada nas costas após desentendimento em rodoviária de Gurupi

    agosto 2, 2026

    Motociclista morre após bater em carro e caminhão na BR-153 no Tocantins

    agosto 2, 2026

    ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem a 2ª maior estreia mundial na história do cinema

    agosto 2, 2026

    Rosalía pede desculpas na Argentina após polêmica na Copa

    agosto 2, 2026

    Djavan faz a felicidade e o delírio dos mortais ao estrear no Rio de Janeiro o show da turnê dos 50 anos de sucesso

    agosto 2, 2026

    Vincent Pastore, ator de ‘Sopranos’, morre aos 80 anos, diz jornal

    agosto 1, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Acidente entre moto e carro deixa motociclista morto na BR-242, em Peixe

    agosto 2, 2026

    Idosa de 91 anos é resgatada após ser encontrada em extrema vulnerabilidade e filha é presa por desacato

    agosto 2, 2026

    Rosalía pede desculpas na Argentina após polêmica na Copa

    agosto 2, 2026

    ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem a 2ª maior estreia mundial na história do cinema

    agosto 2, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Futura FM
Home»Tocantins»De Legendários a pão de abóbora: leis aprovadas em Palmas levantam debate sobre relevância e interesse público
Tocantins

De Legendários a pão de abóbora: leis aprovadas em Palmas levantam debate sobre relevância e interesse público

novembro 10, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Câmara Municipal de Palmas
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
Novas leis aprovadas na Câmara Municipal e sancionadas no mês de outubro pela Prefeitura de Palmas levantaram debates, principalmente nas redes sociais, sobre a relevância das normas aprovadas. As mais recentes dizem respeito à criação de datas para o grupo Legendários ou às que estabelecem receitas como pão de abóbora e cookie como patrimônio cultural e gastronômico.
Para o advogado, Célio Victor Alexandre Carmo de Sousa, especialista em Direito Constitucional e Legislativo, mesmo que não sejam consideradas ilegais, as leis simbólicas podem ser consideradas como parte de uma má gestão do tempo ou mesmo dos recursos públicos.
“O tempo que a Câmara gasta, o tempo que o Executivo gasta analisando, votando, sancionando, publicando essas leis que declaram um alimento, um pão, um biscoito como patrimônio, é um tempo que é retirado de algum debate importante sobre leis estruturantes ou que tratam do plano diretor ou de obras ou de transporte público, reforma tributária. Enfim, os legisladores têm sempre o dever de focar naquilo que é essencial”, pontuou o especialista.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
O especialista explica que a criação de leis, do ponto de vista jurídico, deve atender a alguns pilares fundamentais, entre eles a relevância pública e a eficácia social.
Em relação à relevância pública, a lei deve afetar os interesses sociais, a coletividade e focar na resolução de um problema, além de regular uma relação jurídica que promova direitos fundamentais. É preciso causar um impacto positivo e calculável na vida dos cidadãos, explicou o advogado.
Na eficácia social, para o especialista, a lei precisa ter um texto preciso e claro, atrelado ao poder de modificar a realidade dos cidadãos para melhor.
“Essas leis que nós mencionamos [as sancionadas] são chamadas de leis de efeito simbólico. Elas podem até trazer algum efeito cultural, mas raramente elas possuem uma carga normativa ou uma capacidade de mudar algo verdadeiramente para melhor”, comentou.
Existem formas de impedir o andamento do projeto ou a sanção de leis, mas, geralmente, ligadas ao controle da constitucionalidade. De forma geral, segundo o advogado, os projetos de lei que tratam de datas ou de patrimônio cultural não são considerados inconstitucionais e seguem os trâmites previstos para serem sancionados.
“Elas, na verdade, estão ali em caráter eleitoral, atendendo a alguma demanda eleitoral, algum público ou um grupo. Ou seja, o problema é que o mérito, a relevância é um critério político, não é um critério estritamente jurídico”, exemplificou Célio Victor.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O que faz uma lei ser inconstitucional?
Leis que não têm nenhuma relevância para a população em geral podem até ser consideradas ‘absurdas’, mas podem estar dentro do que é constitucional. Por outro lado, há leis que de fato podem ser consideradas inconstitucionais, pois em seu texto podem apresentar algum vício grave.
Conforme o advogado, entre as características que podem gerar a inconstitucionalidade de uma lei estão:
Quando o município legisla sobre matéria que é de competência exclusiva da União, ou seja, houve uma invasão de competência por parte do município;
Quando viola princípios constitucionais como a igualdade, a legalidade, a impessoalidade ou a razoabilidade;
Quando o poder legislativo cria uma despesa sem a devida previsão orçamentária ou sem a concordância do Poder Executivo.
Se não apresentar essas características, o projeto de lei não tem nenhum problema e pode ter andamento no âmbito legislativo. Entretanto, o advogado alertou que é comum que existam leis com a função de gerar apenas visibilidade política ou satisfazer um grupo responsável pela eleição daquele legislador. “Ou seja, isso acontece e gera uma quantidade absurda de leis de baixíssima qualidade”, comentou Célio Victor.
População precisa fiscalizar
Pode parecer que é apenas uma propositura simples, mas leis simbólicas podem se manifestar em forma de desorganização normativa. Para o advogado, isso acontece porque vai exigir ritos, registro, publicação, arquivo e demandar atos administrativos que vão sobrecarregar a máquina pública.
Para contestar a propositura de leis que não tenham impacto positivo para a coletividade, a população precisa ter mais engajamento com a atuação parlamentar. Essa é a chave para mudar a realidade, principalmente acobrando temas de maior relevância entrem em pauta nas Casas de Leis.
Outro ponto que o advogado destacou é a importância do voto consciente, dando atenção àqueles legisladores que “demonstram compromisso com a qualidade e a relevância social da propositura da legislação”.
“Essa cobrança tem que ser feita através de um engajamento, de uma participação, de uma fiscalização contínua. O cidadão tem sempre o dever de monitorar a pauta, acompanhar as sessões, as tramitações, tanto presencialmente quanto virtualmente, no site da Câmara, da Assembleia, participar das audiências públicas, utilizar os canais da ouvidoria, enfim, através das redes sociais, ou seja, se manifestar através dos canais disponíveis sobre a prioridade, sobre a relevância dos temas que são pautados”, afirmou.
Para identificar leis ‘de fachada’, o advogado dá a dica: “Se essa lei não muda a vida de algum cidadão no dia a dia, se não exige do Executivo uma ação orçamentária ou administrativa clara, ela tem uma grande chance de ser apenas uma peça dessa propaganda política, sendo claramente uma lei de fachada”, argumentou.
Qualidade legislativa
Para que leis mais efetivas passem a vigorar em prol dos cidadãos, Célio Victor citou os seguintes pontos:
Adoção de uma agenda legislativa, com alguns princípios estratégicos e focanda no que traz resultados para a população;
Responsabilidade política, para barrar projetos possivelmente eleitorais;
Educação do cidadão, para cobrar resultados concretos.
“A legislação é a ferramenta mais poderosa da democracia, nós precisamos garantir que ela seja usada de uma forma construtiva e não apenas para decorar ou satisfazer interesses mínimos”, concluiu o advogado.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Acidente entre moto e carro deixa motociclista morto na BR-242, em Peixe

agosto 2, 20260 Visitas

Idosa de 91 anos é resgatada após ser encontrada em extrema vulnerabilidade e filha é presa por desacato

agosto 2, 20260 Visitas

Policial civil leva facada nas costas após desentendimento em rodoviária de Gurupi

agosto 2, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202437 Visitas

Prefeitura de Palmas divulga novas regras e critérios de desempate para seleção de famílias no Minha Casa, Minha Vida

novembro 25, 202510 Visitas

Homem é preso após amarrar adolescente suspeito de furto em estaca de cerca e agredi-lo

setembro 17, 202410 Visitas

Rota do tráfico: mais de três toneladas de drogas são apreendidas no TO em três meses

abril 14, 20269 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

imunify-bot-check